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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A realização de uma monografia


Esta é uma imagem de um acontecimento real, que retrata parte do processo de realização de uma monografia: mergulho em livros, trabalho árduo e namorado, às vezes, em segundo plano.

Mesmo tendo adotado e adaptado, nesse último semestre, uma frase dita certa vez pela Amandinha (mas utilizada em um outro contexto), que "não tenho vida, só uma monografia e um namorado", em vários momentos este último acaba ficando em segundo plano, em favor da monografia. Quando entramos na faculdade ninguém conta exatamente o que é uma monografia, deixam estas informações para as letras miúdas no final do contrato. Tudo bem, é um trabalho que se faz necessário para diferenciar um curso de graduação dos demais; é uma das partes do processo que vai garantir nossa formação. Mas certamente é o trecho mais complicado e trabalhoso do caminho que leva, finalmente, ao diploma. Não quero desestimular quem está no meio deste caminho ou pretende ainda percorrê-lo. Apenas deixar registrada a impressão de quem está sentindo esta etapa na pele. Feito o registro, preciso voltar a monografar.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Quem fala o que quer...

Na última semana vivenciei uma situação que ainda não havia experimentado ao longo de meus recém completados 21 anos. Fui demitida. Não é uma situação agradável e nem esperada, mas assim como que para morrer, basta estar vivo, para ser demitido, basta estar empregado. O motivo do ocorrido se deu por uma piadinha de mal gosto feita por meu empregador, que eu resolvi responder à altura. Apesar de tudo, isto me fez chegar a algumas conclusões.
A primeira delas é de que quem fala o que quer, ouve o que não quer. E se o ouvinte em questão for seu chefe, isto poderá lhe custar o emprego, ou no meu caso, o estágio.
Também cheguei à conclusão de que estágio é um dos cargos mais sacanas já inventados. Pois um estagiário sempre vai ter que trabalhar feito um empregado, com as mesmas responsabilidades, mas com salário menor e sem nenhum tipo de benefício. Sem contar que quando alguém arranja um emprego/estágio, automaticamente começa a adquirir contas para pagar, contando com o salário que receberá no final do mês. Se o empregado for demitido terá os benefícios do Fundo de Garantia e Seguro Desemprego, para garantir o pagamento das dívidas já adquiridas, até que arranje um novo emprego. No caso de um estagiário, deverá contar com a sorte e ajuda dos pais.
Não lamentei tanto o fato, até porque não ganhava muito mesmo. Mas me questiono se um melhor salário e/ou benefícios de um emprego me fariam engolir "piadinhas de mal gosto" do tipo da que me foi feita. Isto é muito desagradável. Ter que aguentar certas coisas em prol de um salário no final do mês. Porque um empregador sabe que você irá se submeter a isso para não perder seu emprego. Sei que este tipo de coisa não é permitido perante a lei, mas muita gente que não tiver a mesma coragem que eu (e a sorte de ainda poder contar com ajuda dos pais), está sujeito a se submeter a possíveis assédios morais.
*Aproveitando o assunto, responda a enquete ao lado!

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Perguntas que não querem calar


Desde que comecei a trabalhar com monitoramento e decupagem de telejornais, passei a ficar mais por dentro do que acontece na política, principalmente aqui do estado. Como a liguagem de tv é mais simples e clara, comecei a entender melhor algumas politicagens. Mas mesmo assim, tem coisas que não entram na minha cabeça. Algumas perguntas não querem calar...

  • Por que deputados gastam tanto tempo fazendo e votando projetos como o dia da Ioga no estado; proibir restaurantes de darem brinquedos de brinde com lanches; oficializar a festa do búfalo no rolete, entre outros, ao invés de pensarem em algo que realmente faça alguma diferença na vida da população?
  • Por que se gasta milhares e milhares de reais com escolta para marchas do MST, ao invés de investirem este dinheiro nas tais terras que eles tanto buscam?
  • Por que o Movimento dos Trabalhadores Desempregados, perde tanto tempo organizando manifestações, enquanto poderiam estar procurando emprego?
  • Por que político que desvia dinheiro público, mesmo que seja condenado, raramente cumpre a pena e ainda não devolve o que roubou, para ajudar a diminuir o déficit do orçamento do estado?
  • Por que os responsáveis pelas instituições onde acontecem fraudes e mais fraudes, nunca tem conhecimento do que acontece sob suas próprias barbas?

  • Por que, mesmo com tanta repressão contra a pirataria no ccentro de Poa, constroem um camelódromo, sendo que camelôs trabalham basicamente com venda de produtos piratas?

Permanecem as incógnitas.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

A culpa é toda da imprensa!

O seguinte texto foi feito para a aula de radiojornalismo. O fato comentado aconteceu há umas duas semanas atrás, mas achei válido publicá-lo.

Depois de criticar a Polícia Federal por ter deixado vazar à imprensa informações do caso Vavá, agora o presidente Lula acusa a imprensa de prejudicar o turismo interno.
É isso mesmo, a imprensa não deve noticiar casos de violência que afugentem os brasileiros. Deve mostrar o “outro lado do país”. Deve “provocar” o cidadão a viajar.
O caos aéreo que atravessa meses, nada tem a ver com isso. Ainda mais depois da ministra do Turismo ter solucionado o problema: “relaxar e gozar”!
De onde será que o presidente tirou dados que comprovem a influência negativa da imprensa sob o turismo? Será que combater as notícias de violência é uma das iniciativas do Plano Nacional de Turismo? Não seria mais fácil combater a própria violência?