sexta-feira, 4 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Uma Dupla de Requinte

Sem falar nos clipes. São a representação estética da excentricidade do duo. Um belo exemplo é o clipe de Conquest. Figurinos impecáveis, ótima fotografia e genuíno sarcasmo aliados à qualidade musical. Está feita a fórmula cujo resultado é uma banda singular, qualificada e refinada.
Falando nisso...
Finalmente adquiri o último álbum da dupla tão elogiada aí em cima, o Icky Thump, lançado no segundo semestre de 2007.
Como citei anteriormente, o 6º disco não foge à regra e a capa já é um colírio para os olhos. Mas claro, a música é compatível à beleza visual.
Em uma inevitável comparação com o trabalho anterior, Get Behind Me Satan, Icky Thump não supera grandes expectativas. Mas não deixa a desejar na essência e originalidade características dos White.
Pode-se perceber algumas inovações. Como em Little Cream Soda, por exemplo. A faixa apresenta riffes e arranjos mais pesados do que de costume, chegando quase remeter a heavy metal. Por outro lado, algumas faixas estão mais suaves, com melodias mais Pops, como em Prickly Thorn, But Sweetly Worn e You Don't Know What Love Is.
Inovações à parte, eles continuam aderindo sonoridades de culturas diferentes a seu som. Como gaita escocesa e banjo, este último já experimentado em Get Behind Me Satan. Mas a maior prova desta afirmação é Conquest, uma versão de um músico chamado Corky Robbins. Uma música típica de tourada, com trompetes e tudo, e um toque White de ser. A mais excêntrica do disco. Vale a pena ouvir.
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Lisiane de Assis
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Pra voltar com tudo!
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Carnaval, confete e serpentina
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domingo, 6 de janeiro de 2008
Balanço 2007
- 956 horas de risadas;
- 469 verbetes engraçados;
- 223 dancinhas engraçadas;
- 158 quilos de batatas fritas com queijo;
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Lisiane de Assis
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Natal, Ano Novo e Afins
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Perguntas que não querem calar
- Por que deputados gastam tanto tempo fazendo e votando projetos como o dia da Ioga no estado; proibir restaurantes de darem brinquedos de brinde com lanches; oficializar a festa do búfalo no rolete, entre outros, ao invés de pensarem em algo que realmente faça alguma diferença na vida da população?
- Por que se gasta milhares e milhares de reais com escolta para marchas do MST, ao invés de investirem este dinheiro nas tais terras que eles tanto buscam?
- Por que o Movimento dos Trabalhadores Desempregados, perde tanto tempo organizando manifestações, enquanto poderiam estar procurando emprego?
- Por que político que desvia dinheiro público, mesmo que seja condenado, raramente cumpre a pena e ainda não devolve o que roubou, para ajudar a diminuir o déficit do orçamento do estado?
- Por que os responsáveis pelas instituições onde acontecem fraudes e mais fraudes, nunca tem conhecimento do que acontece sob suas próprias barbas?
- Por que, mesmo com tanta repressão contra a pirataria no ccentro de Poa, constroem um camelódromo, sendo que camelôs trabalham basicamente com venda de produtos piratas?
Permanecem as incógnitas.
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Lisiane de Assis
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19:31
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sábado, 24 de novembro de 2007
Um pouco de cultura para Gravataí
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Lisiane de Assis
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Adoro surpresas!
Para variar, o causo envolve meu queridos amigos, que me fazem tão feliz.
No final da tarde ele bem que me ligou, várias vezes, mas eu não atendi. Depois de umas 2 horas, resolvi atender. O que aconteceu foi que ele ficou doente, tomou uns remédios e dormiu a tarde inteira. Tá certo, mas poderia ter avisado que não estava bem. Pô, não me dar nem sinal de vida!?
Chegou a noite, a Amanda foi me buscar, nem que fosse para fazermos nada juntos. Fomos, supostamente, buscar o Klaus. Entrei na garagem da casa dele de cabeça baixa e demorei uns 3 minutos para perceber o cartaz na porta: “Olá Lizzý! Entre!” Entrei e tinha outro cartaz que indicava para eu seguir em frente. E assim foi, sucessivamente, com flechas psicodélicas, enfeites de papel higiênico no corrimão da escada, cartazes com frases do tipo “te quiero”, “perdona-me”, “meu coração por ti bate, como caroço de abacate”. Na última porta, um quartinho todo enfeitado com cartazes de frases e histórias que vivemos, mais papel higiênico, desta vez tiras que caiam do teto, ao som de Leave Before The Li, do Arctic Monkeys, a minha música preferida da última semana. Que mágico! Parecia cena de filme! Quem faz esse tipo de coisa na vida real? Ah, esqueci que tenho amigos surreais!
Capazes de se ver todos os dias e ainda ter assunto para falar no telefone mais umas 3 vezes, por trinta minutos, uma, duas horas!! Mesmo que seja de madrugada!!
Que fazem ôla na beira da faixa, as 3 da manhã.
Que jogam futebol no parcão às 3 da manhã!!
Que dormem no sofá para me ceder a cama.
Que são parceiros para fazer todas as viagens, jargões e dancinhas que inventamos, onde quer que seja!
Que dividem muitas, muitas, mas muitas risadas!!
Nem sei como posso recompensar a surpresa que vocês prepararam pra mim!
Adoro vocês!
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Porque a gente sabe, que a gente sabe demais, sobre nós dois
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Porque a gente sabe, que a gente sabe demais, sobre nós dois
Conte comigo se você precisar, de um amigo para desabafar, noite e dia, toda hora pela madrugada
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Porque a gente sabe, que a gente sabe demais, sobre nós dois
Talvez você não irá encontrar, alguém com quem você possa falar, noite e dia, toda hora pela madrugada
Hey, eu quero ser seu amigo de novo(eu disse:)
Hey, eu quero ser seu amigo de novoPorque a gente sabe, que a gente sabe demais, sobre nós dois
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
Hey, eu quero ser seu amigo de novo
de novo
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Lisiane de Assis
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20:27
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sábado, 27 de outubro de 2007
Festa no apê!
Começamos a agregar mais colegas à nossa “panelinha” da festa. A nova integrante foi a Marluci. Que bom, finalmente alguém pra me acompanhar na cerveja.
Começamos fazendo as compras. Dessa vez só ultrapassamos 5 mangos do nosso “engorde”. Nossa Mestre Cuca particular, a Claudinha, e seu auxiliar, o Rodrigo, foram direto para a cozinha preparar o strogonoff, mas que entre um ingrediente e outro, davam escapadinhas para dançar. O resto ficou pra lá e pra cá. A Amandinha atirada no sofá. O Xandi, a Marluci encotraram uma máscara de monstro que os destraiu por um bom tempo. Dançamos e tiramos fotos. Para variar, tirei algumas fotos de garrafas. Nada de muito anormal, até surgir uma bola murcha. Aí virou bagunça. Gurizada de apartamento não pode ver uma bola. É pior que gurí que só pode brincar dentro do pátio! Ficaram num alvoroço tão grande jogando fotebol (se é que se pode chamar aquilo de futebol) com aquela bola murcha, que até a Claudinha veio da cozinha pra se meter na brincadeira. Eu fiz questão de de registrar toda a confusão, que só foi parar quando a Marluci desabou no chão. Parece criança que não tem limite, só para com a bagunça quando dá merda.
O detalhe é que até aí, ainda esperávamos a cerveja gelar e o Rodrigo não tinha feito nenhuma dose da sua poderosa caipira. Ou seja (cerveja, dããããrrr), nada de álcool até o momento.
Depois do strogonoff que, diga-se de passagem, estava muuuiiiito bom, é que fomos começar a beber. Descobri que os primeiros goles de Patrícia me dão alergia, mas se continuo bebendo logo passa.
O melhor da festa foi quando a Amandinha, que preparou até um set list especial, começou a tocar violão. Todos acompanharam em um coral muito harmonioso e afinado. Foi quando alguém bateu na porta. Um senhor muito simpático e educado: “A música está muito boa, mas temos uma série de normas no prédio... e blás, blás, blás...”
Pô, tem que ter um estraga prazer! Tava tão agradável nossa cantoria! Até estranhamos, porque em vista de outras edições da festa, estávamos bem moderados. O melhor foi que o suposto síndico levou a lista de normas, que a Claudinha fez questão de de ler inteirinha, com voz de aeroporto. A norma mais relevante contida na lista foi a de que é estritamente proibida entrada de indigentes e pedintes no condomínio (vai entender!).
Bem, sem a possibilidade de fazer barulho, surgiu a velha Verdade ou Conseqüência. Eu nem quis participar, pois nestas brincadeiras acontecem coisas que ficam marcadas para o resto da vida. Enquanto isso fui falar no telefone com o Klaus, para variar. Também ouvi música no volume mínimo e dancei sozinha. Ah, e me diverti assistindo as conseqüências. Saiu dança na boquinha da garrafa, estriptise, uhuuuh!
Depois que se esgotaram as verdades e as conseqüências, fomos para a seção fofoca. Nenhum colega escapou de nosso crivo.
A essa altura o soninho já estava tomando conta de alguns. Nos despedimos da Claudinha, da Marluci e do Rodrigo. O que sobrou ainda jogou mais uma conversa fora enquanto, aos poucos, fui pegando num sono no sofá mesmo.
Vale ressaltar que a caipirinha do Rodrigo estava um espetáculo, como sempre!
E que venha a próxima festa no apê!
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Lisiane de Assis
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10:22
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