quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Os fascínios da noite
Postado por
Lisiane de Assis
às
22:29
6
comentários
Marcadores: my world my travels
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
De cara nova
Postado por
Lisiane de Assis
às
16:23
10
comentários
Marcadores: blás blás blás
Sobre o Gravacine...
Postado por
Lisiane de Assis
às
15:03
5
comentários
Marcadores: Cinelândia, She Blogs também é cultura
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Dica para os gravataienses de plantão
Postado por
Lisiane de Assis
às
18:11
6
comentários
Marcadores: She Blogs também é cultura
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Histórias da Mulher Bala
Postado por
Lisiane de Assis
às
13:44
7
comentários
Marcadores: Histórias da Mulher Bala
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Um filme para apreciadores de boa música

elodias e pela suavidade que tem certas situações da adolescência; rústica pela simplicidade das músicas, boa parte composta por voz e violão, e pelo estilo despojado da personagem.
Vale a pena conferir a trilha inteira, sem exceção. Boa parte dela é composta por músicas da novaiorquina Kimya Dawson (ex-Moldy Peaches), mas pode-se destacar outras pérolas (além das dela), como a versão de Superstar, do Sonic Youth para a música dos Carpenters; All I Want Is You, de Barry Louis Polisar; A Well Respected Man, de The Kinks; Piazza, New York Catcher, de Belle & Sebastian; e Anyone Else But You, de The Moldy Peaches.
Postado por
Lisiane de Assis
às
17:02
4
comentários
Marcadores: Cinelândia
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
A realização de uma monografia
Postado por
Lisiane de Assis
às
17:55
6
comentários
Marcadores: seriedade seriedade
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Sua vida daria uma Cinebiografia?
Postado por
Lisiane de Assis
às
00:16
9
comentários
Marcadores: Cinelândia
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Um pouco de cinema
Laranja Mecânica
Pode-se dizer que Laranja Mecânica é ousado para a época em que foi lançado, 1971, pela “ultraviolência” (utilizando a gíria característica dos personagens) que apresenta e por sua estética, repleta de referências explicitamente sexuais.
Pul Fiction
Três histórias independentes entre si, contadas de forma atemporal, com personagens inseridos no mesmo contexto, humor negro característico de Tarantino, câmeras que permanecem no mesmo plano por consideráveis segundos. Certamente Pulp Fiction quebrou parâmetros no cinema. Não é à toa que se tornou um clássico, que mesmo tendo sido lançado em 1994, segue sendo lembrado e aclamado por cinéfilos até os dias de hoje. Foi com o filme que Quentin Tarantino ganhou maior visibilidade, por seu estilo inovador e, por que não dizer, audacioso de dirigir.
O mais interessante do filme é que ao invés de contar uma única história com começo, meio e fim, o diretor opta por três histórias contadas de maneira não linear, mas que se encontram por uma única característica: fazem parte do submundo do crime, que percorre no acostamento da sociedade dita de bem.
Postado por
Lisiane de Assis
às
22:26
8
comentários
Marcadores: Cinelândia




